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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Graffiti Hae pela Cazeiro Films

Cazeiro Films e Graffiti Hae se juntaram para fazer esse vídeo massa. Mostrando sua “Street Arte” através do olhar do VideoMaker Erick Zurk. Haendel tem se mostrado cada vez mais proativo com sua arte. Expondo em “galerias públicas” do bairro onde mora, seus graff e amor pelo que se faz. Há algum tempo atrás, começou um projeto (que já foi até comentado aqui no blog) em que o mesmo levava sua arte para locais abandonados, nos quais ele enxergava potencial, visto que a maioria dos grafiteiros tem certa tendência em fazer graffiti em locais denominado de MÍDIA (na gíria do graffiti, seria um local em que todo mundo sempre está vendo o graff).
 O projeto continua e hoje em seu canal do youtube já temos mais de 100 inscritos, legitimando o projeto e seus outros graff. E… acredito, vem mais algo por aí! Fiquem ligados e se inscrevevam nos canais.

Canais: HAEMARC

              CAZEIRO FILMS    
                

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Livro Salada Cascuda

Fabio da Silva Barbosa um dos expoentes mais atuantes da cena zineira, lançou recente mais um dos seus muitos projetos (que não ficam engavetados por muito tempo) devido à verve constante do autor. “Salada Cascuda” não é apenas uma reunião de contos e poemas como se pode pensar a primeiro impacto. O livreto tem algo a mais, e quando digo “a mais”, estou me referindo ao processo todo artesanal que foi empregado na confecção do livro: capa de papelão levando recorte e colagens, produzidos um a um, tornando cada exemplar único; no lugar dos famosos grampos, um barbante de crochê para prender o miolo. Como se não bastasse o cunho estético, temos todo o conteúdo acidulante dos escritos que te leva ao tempo todo para reflexões existencialistas e te convida ao pensar.
    Foram confeccionados apenas 40 exemplares (o meu é de número 06), produzidos pela editora independente Candeeiro Cartonera, ligada ao movimento cartonero que produz livros artesanais com capas  de papelão. Localizado em Caruaru – PE.  Contato: candeeirocartonera@gmail.com 
   No mesmo pacote que veio, uns brindes:
   
  Zine – Café sem Açúcar #29 – contendo poesias de Jeison Placinsch.
   Contato:  FACEBOOK/CAFESEMACUCAR

  Zine ­– O Berro – Aperiódico – Ano 7 – Número 28 – Outono / 2016 – Com informações que você não vai encontrar na mídia. 
   
  Zine – Reboco Caído n°30 / Aperiódico – Este zine é elaborado por Fabio da silva Barbosa, neste número o formato é em folder. Contendo poesias e textos dos autores.
   Contato:  REBOCOCAIDOZINE.BLOGSPOT.COM   
                        
                          É Isso! Apóie a cultura independente!                                             

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Anti-heróis e Aspirinas

Yury Hermuche? Sim. Da banda Firefriend? Sim. Músico, escritor, experimental e muitas outras facetas. E o que é “Anti-heróis e Aspirinas”?...
   É uma viagem através de palavras. Yury nos conduz por um mundo caótico, cheio de indagações e respostas inconclusivas. O diálogo das personagens e textos flutuando no que parece uma viagem de ácido ou outra substância (Aspirina). A sociedade soa decadente, a vida é medíocre, as situações do cotidiano são alienantes, o escapismo parece ser a única forma de prazer real, num mundo em que tudo soa nada real. “Você aceita tudo sem nenhum questionamento. Basta abrir os olhos. As imagens tomaram meus olhos. Em todo lugar é assim. O mundo se confunde com um filme.
      Enquanto as personagens se alternam e entre uma visão e outra, você é exposto ao conflito e introduzido dentro das indagações, você se vê enxergando através de palavras todo ambiente estático-veloz.
       E para melhor imersão na leitura de 134 páginas, foi feito uma trilha sonora inteira para ser tocada ao se iniciar a leitura. Um disco todo instrumental de nome Death’n’Sound que você pode baixar para melhor curtir a experiência.
     E como adquirir um exemplar? Aqui não tem estrelismo e você pode entrar em contado com o autor do livro:
          

                                   
                              É isso! Apóie a cultura independente!                                      

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Arte pela Arte

Arte pela arte, todo lugar pode ser uma galeria de arte”, foi com esse pensamento em voga que o Graffiteiro/ fotográfo Haendel Marcone (Hae), decidiu dá início ao projeto no qual “todo lugar pode ser uma galeria”. A proposta do projeto tem como referencial os artistas que usam cenários inusitados como tela ou galeria de arte. Lugares abandonados ou inóspitos que ninguém se quer olham, podem ser transformados com um olhar artístico. Logo o bordão Arte pela Arte se encaixa perfeitamente, levando em conta que graffiti é algo urbano, no qual o graffiteiro quer ter visibilidade. Pensar em lugares abandonados e inóspitos é outra alternativa; outra forma de mostrar que o graffiti não se restringe a um molde. Esse é o objetivo focal do projeto: retratar cenários esquecidos ou abandonados que poderiam ter um potencial na localidade, ou até mesmo mostrar que aquele local FAZ parte como interação urbanística, com o tema “Arte pela Arte”, todo lugar pode ser uma galeria de arte.

E dando suporte a este projeto está o ilustrador underground David Beat, fazendo operação da câmera e edições. 

Até o momento foram lançados três vídeos, os quais estão disponíveis no canal HAEMARC. Se inscreva para ficar por dentro, e se curtir dê um LIKE pra ajudar na divulgação. É isso.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ziine - Por favor Não se ofenda...

Zine – Por favor, não se ofenda – Uma leitura disléxica do que me rodeia. Reunindo desenhos e textos de seu autor, Pedro Lago, com um tom sarcástico e por vezes surreal. Enquanto saboreava as páginas e me deixava mergulhar, viajando nos desenhos, de repente me veio à cabeça filmes de David Lynch.
 Ilustração e texto em um diálogo constante, difícil não parar para refletir na mensagem transmitida. Um ataque incisivo ao consumo de massa e seus padrões alienantes. 
Vale destacar aqui um trecho que está na introdução do zine: “O conteúdo desse livreto é levemente ofensivo para aqueles de cultura limitada e muito pobre para aqueles de alto intelecto. É tudo que somos. É o deboche do padrão.”
O zine tá bem volumoso com 40 páginas, capa rosa, desenhos e texto em P&B.
Entre em contato com seu autor e adquira um exemplar, seja comprando (ajuda bastante pra que o zine continue circulando) ou fazendo escambo (o que também é valido.)  
                                                            É isso D.I.Y!!