Conheçam um pouco de Carole B.
O site Cidadão Cultura, em que publiquei um texto semana passada, fez uma pequena entrevista comigo. Falamos sobre zines, livros, poesia, internet e muito mais.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Graffiti Hae pela Cazeiro Films
Cazeiro Films e Graffiti Hae se
juntaram para fazer esse vídeo massa. Mostrando sua “Street Arte” através do
olhar do VideoMaker Erick Zurk. Haendel tem se mostrado cada vez mais proativo
com sua arte. Expondo em “galerias públicas” do bairro onde mora, seus graff e
amor pelo que se faz. Há algum tempo atrás, começou um projeto (que já foi até
comentado aqui no blog) em que o mesmo levava sua arte para locais abandonados,
nos quais ele enxergava potencial, visto que a maioria dos grafiteiros tem certa
tendência em fazer graffiti em locais denominado de MÍDIA (na gíria do graffiti,
seria um local em que todo mundo sempre está vendo o graff).
O projeto continua e hoje em seu canal do
youtube já temos mais de 100 inscritos, legitimando o projeto e seus outros
graff. E… acredito, vem mais algo por aí! Fiquem ligados e se inscrevevam nos
canais.
Canais: HAEMARC
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Livro Salada Cascuda
Fabio da Silva Barbosa um dos expoentes
mais atuantes da cena zineira, lançou recente mais um dos seus muitos projetos
(que não ficam engavetados por muito tempo) devido à verve constante do autor.
“Salada Cascuda” não é apenas uma reunião de contos e poemas como se pode
pensar a primeiro impacto. O livreto tem algo a mais, e quando digo “a mais”,
estou me referindo ao processo todo artesanal que foi empregado na confecção do
livro: capa de papelão levando recorte e colagens, produzidos um a um, tornando
cada exemplar único; no lugar dos famosos grampos, um barbante de crochê para
prender o miolo. Como se não bastasse o cunho estético, temos todo o conteúdo
acidulante dos escritos que te leva ao tempo todo para reflexões
existencialistas e te convida ao pensar.
Foram confeccionados apenas 40 exemplares
(o meu é de número 06), produzidos pela editora independente Candeeiro
Cartonera, ligada ao movimento cartonero que produz livros artesanais com
capas de papelão. Localizado em Caruaru – PE.
Contato: candeeirocartonera@gmail.com
No mesmo pacote que veio, uns brindes:
Zine – Café
sem Açúcar #29 – contendo poesias de Jeison Placinsch.
Contato:
FACEBOOK/CAFESEMACUCAR
Zine – O
Berro – Aperiódico – Ano 7 – Número 28 – Outono / 2016 – Com informações
que você não vai encontrar na mídia.
Zine – Reboco
Caído n°30 / Aperiódico – Este zine é elaborado por Fabio da silva Barbosa,
neste número o formato é em folder. Contendo poesias e textos dos autores.
Contato:
REBOCOCAIDOZINE.BLOGSPOT.COM
É Isso! Apóie a cultura independente!
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Anti-heróis e Aspirinas
Yury Hermuche? Sim. Da banda
Firefriend? Sim. Músico, escritor, experimental e muitas outras facetas. E o
que é “Anti-heróis e Aspirinas”?...
É uma viagem através de
palavras. Yury nos conduz por um mundo caótico, cheio de indagações e respostas
inconclusivas. O diálogo das personagens e textos flutuando no que parece uma
viagem de ácido ou outra substância (Aspirina). A sociedade soa decadente, a
vida é medíocre, as situações do cotidiano são alienantes, o escapismo parece
ser a única forma de prazer real, num mundo em que tudo soa nada real. “Você aceita
tudo sem nenhum questionamento. Basta abrir os olhos. As imagens tomaram meus
olhos. Em todo lugar é assim. O mundo se confunde com um filme.”
Enquanto as personagens se
alternam e entre uma visão e outra, você é exposto ao conflito e introduzido
dentro das indagações, você se vê enxergando através de palavras todo ambiente
estático-veloz.
E para melhor imersão na
leitura de 134 páginas, foi feito uma trilha sonora inteira para ser tocada ao
se iniciar a leitura. Um disco todo instrumental de nome Death’n’Sound que você pode baixar para melhor curtir a
experiência.
E como adquirir um exemplar?
Aqui não tem estrelismo e você pode entrar em contado com o autor do livro:
É isso! Apóie a cultura independente!
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Arte pela Arte
“Arte pela arte, todo lugar pode ser uma galeria de arte”, foi com esse pensamento em voga que o Graffiteiro/ fotográfo Haendel Marcone (Hae), decidiu dá início ao projeto no qual “todo lugar pode ser uma galeria”. A proposta do projeto tem como referencial os artistas que usam cenários inusitados como tela ou galeria de arte. Lugares abandonados ou inóspitos que ninguém se quer olham, podem ser transformados com um olhar artístico. Logo o bordão Arte pela Arte se encaixa perfeitamente, levando em conta que graffiti é algo urbano, no qual o graffiteiro quer ter visibilidade. Pensar em lugares abandonados e inóspitos é outra alternativa; outra forma de mostrar que o graffiti não se restringe a um molde. Esse é o objetivo focal do projeto: retratar cenários esquecidos ou abandonados que poderiam ter um potencial na localidade, ou até mesmo mostrar que aquele local FAZ parte como interação urbanística, com o tema “Arte pela Arte”, todo lugar pode ser uma galeria de arte.
E dando suporte a este projeto está o ilustrador underground David Beat, fazendo operação da câmera e edições.
Até o momento foram lançados três vídeos, os quais estão disponíveis no canal HAEMARC. Se inscreva para ficar por dentro, e se curtir dê um LIKE pra ajudar na divulgação. É isso.
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