Silêncio confuso em mim
Silêncio na noite, lua pálida!
Silêncio nos espaços baldios
Silêncio eternal neste momento
Silêncio vagaroso pela noite afora
Silêncio diurno, de manhã bem cedo
Silêncio em mim gritando no íntimo
Silêncio tumular nas ruas e becos
Pss... Silêncio! Com sono letargo
Silêncio cheio de barulho-mudo
Siêncio em qualquer parte de mim
Silêncio é apenas silêncio enfim!
Silêncio de amor na boca alheia
Pss... Silêncio! Silêncio assim...
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Uma navalha
Meu amigo tens uma navalha?
É que preciso cortar os cabelos da vida
Já estão longos e caducos
Beijos senis beijam meus pulmões
Juventude! O tempo te violentou
Sangrou e manchou teu corpo
Narciso agonizando "castrofóbico"
No último delírio de algum ópio
Meu amigo, os verdadeiros criminosos
Ainda perambulam soltos por aí como cigarros
Vestido na mais alta moda, cercados de putas!
Meu amigo, vidas miseráveis em todos os cantos
A fedentina da cidade em céu aberto
Meus olhos queimam, o corpo dói, navalhas!
É que preciso cortar os cabelos da vida
Já estão longos e caducos
Beijos senis beijam meus pulmões
Juventude! O tempo te violentou
Sangrou e manchou teu corpo
Narciso agonizando "castrofóbico"
No último delírio de algum ópio
Meu amigo, os verdadeiros criminosos
Ainda perambulam soltos por aí como cigarros
Vestido na mais alta moda, cercados de putas!
Meu amigo, vidas miseráveis em todos os cantos
A fedentina da cidade em céu aberto
Meus olhos queimam, o corpo dói, navalhas!
Um casal
Ele não é Romeu, mas é Roger.
Ela não é Julieta, mas é Geisa.
Há tempos ambos se conhecem
São sementes que germinaram
São flores de linda primavera!
São um casal, um belle par
E eu apenas um "afetado"
E ambos me conhecem bem.
E quem me dera poder dizer
muito mais do que meras palavras
Eles são Almas tão entrelaçadas!
Ela é doce e borboleta
E eles juntos brilham tanto
São belos, um casal, meus amigos!
* poema para um casal.
Ela não é Julieta, mas é Geisa.
Há tempos ambos se conhecem
São sementes que germinaram
São flores de linda primavera!
São um casal, um belle par
E eu apenas um "afetado"
E ambos me conhecem bem.
E quem me dera poder dizer
muito mais do que meras palavras
Eles são Almas tão entrelaçadas!
Ela é doce e borboleta
E eles juntos brilham tanto
São belos, um casal, meus amigos!
* poema para um casal.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Você não precisava saber?...
Alguns livros e zines para alimentar "my mind".
Marcadores: textos, publicações, resenhas
Você não precisava saber?
Parfum
Teus lábios os almejo
Tua boca navegar calmo
E sentir melífluo teu Ser
Como a sinfonia de um perfume
Estou me afeiçoando ao teu rosto
Como quem acaricia flores
Cristais de sol em dia brando,
Sonho a cor de teus olhos, beijo infante!
Tu podes guiar-me ao deleite
Ao desfrute do que em desvelo
O véu de uma distância ainda oculta?
Tu podes guiar-me ao porto-seguro
Donde avistarei na iminência do agora
Olhos fechados, bocas de flama amante!
Tua boca navegar calmo
E sentir melífluo teu Ser
Como a sinfonia de um perfume
Estou me afeiçoando ao teu rosto
Como quem acaricia flores
Cristais de sol em dia brando,
Sonho a cor de teus olhos, beijo infante!
Tu podes guiar-me ao deleite
Ao desfrute do que em desvelo
O véu de uma distância ainda oculta?
Tu podes guiar-me ao porto-seguro
Donde avistarei na iminência do agora
Olhos fechados, bocas de flama amante!
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